O “Holodomor” latino-americano

O “Holodomor” latino-americano

O ditador bolivariano Nicolas “Stalin” Maduro, ao que parece, almeja repetir a história e impor um “holodomor” latino-americano ao seu próprio povo. É certo que a situação ainda não chega nem perto do genocídio contra a população da Ucrânia. Mas não custa lembrar. Afinal, “aqueles que não conseguem lembrar o passado estão condenados a repeti-lo”, já nos ensinava, dentre outros, o filósofo espanhol George Santayana.

A expressão “holodomor” (“deixe morrer de fome”) refere-se à chamada “grande fome ucraniana”, ocorrida entre os anos de 1932 e 1933: cerca de 6 milhões de ucranianos foram condenados à morte, por fome provocada ou não socorrida, pelo comunismo soviético então liderado por Josef Stalin. Isto porque eles resistiram à coletivização forçada da terra, vale dizer, recusaram-se a se submeter ao regime.

Pelos hediondos crimes cometidos contra o próprio povo, o ditador esquerdista Nicolas Maduro deve responder perante o Tribunal Penal Internacional, cujo Estatuto foi também assinado e ratificado pela República Bolivariana da Venezuela. Ao não permitir a entrada da ajuda humanitária, tanto mais configurada sua dolosa, generalizada e sistemática agressão à população civil venezuelana.  O artigo 7º do Estatuto de Roma do Tribunal Penal Internacional mostra-se bem tipificado.

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